Pronunciamento
ANA CAMPAGNOLO - 112ª SESSÃO ORDINÁRIA
Em 26/11/2025
DEPUTADA ANA CAMPAGNOLO (Oradora) - Lembrou do o fato de um senador por Santa Catarina que, em vez de subir à tribuna e defender o Estado, atacou a sua imagem, tentando desqualificar o seu trabalho e trajetória.
Citou a data de 26 de novembro como seu aniversário, ressaltando que, na semana passada, o Governador Jorginho Mello sancionou a Lei n.º 19.547, de sua autoria, cuja formulação remonta a mais de 12 anos.
Comentou sua trajetória política, citando que "não era tão bom ser de direita", e que sofreu perseguição em uma universidade pública por defender seus princípios de direita e sua fé cristã.
Apresentou uma imagem no Plenário mostrando a porta de um banheiro de universidade pichada com um desenho de uma ativista feminista pisando sobre a cruz, em deboche contra a fé cristã. Lembrou que Santa Catarina é o único Estado com nome de mulher e de uma santa. Recordou seu discurso na Câmara Federal onde denunciou o caso e questionou a posição do senador em 2017, período em que a parlamentar defendia sua fé e o Estado contra o ativismo feminista.
Agradeceu a aprovação de sua lei que proíbe no Estado de Santa Catarina o vilipêndio de dogmas e crenças da fé cristã sob forma de sátira, ridicularização ou menosprezo. Frisou que esta lei protege os mais de 85% dos cristãos catarinenses, e que o desrespeito resultará na proibição de novos eventos e no pagamento de multas.
Por fim, defendeu sua trajetória e os ataques sofridos pelo senador, o qual, segundo a parlamentar, parece não conhecer o Estado que representa, nem a parlamentar que atacou, uma vez que este é carioca. Expressou sua felicidade em ter sido votada pela confiança dos cristãos, podendo representar os catarinenses conservadores e de mesma fé no Estado. [Taquigrafia: Guilherme]
Citou a data de 26 de novembro como seu aniversário, ressaltando que, na semana passada, o Governador Jorginho Mello sancionou a Lei n.º 19.547, de sua autoria, cuja formulação remonta a mais de 12 anos.
Comentou sua trajetória política, citando que "não era tão bom ser de direita", e que sofreu perseguição em uma universidade pública por defender seus princípios de direita e sua fé cristã.
Apresentou uma imagem no Plenário mostrando a porta de um banheiro de universidade pichada com um desenho de uma ativista feminista pisando sobre a cruz, em deboche contra a fé cristã. Lembrou que Santa Catarina é o único Estado com nome de mulher e de uma santa. Recordou seu discurso na Câmara Federal onde denunciou o caso e questionou a posição do senador em 2017, período em que a parlamentar defendia sua fé e o Estado contra o ativismo feminista.
Agradeceu a aprovação de sua lei que proíbe no Estado de Santa Catarina o vilipêndio de dogmas e crenças da fé cristã sob forma de sátira, ridicularização ou menosprezo. Frisou que esta lei protege os mais de 85% dos cristãos catarinenses, e que o desrespeito resultará na proibição de novos eventos e no pagamento de multas.
Por fim, defendeu sua trajetória e os ataques sofridos pelo senador, o qual, segundo a parlamentar, parece não conhecer o Estado que representa, nem a parlamentar que atacou, uma vez que este é carioca. Expressou sua felicidade em ter sido votada pela confiança dos cristãos, podendo representar os catarinenses conservadores e de mesma fé no Estado. [Taquigrafia: Guilherme]